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Vagas para (19) Supervisores Distritais

    AENA - Associação Nacional de Extensão Rural

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    Sobre as organizações

    ASSOCIAÇÃO PROTEGE é uma Organização Moçambicana e sem fins lucrativos, sedeada na Cidade de Pemba e tem como foco a promoção do bem estar e dignidade humana, sobretudo das mulheres, jovens e crianças orientando-se aos seguintes objectivos: a) Apoiar as mulheres e jovens na criação de auto emprego; b) Trabalhar nas ações que promovam a equidade de género e protecção dos mais vulneráveis (crianças, mulheres e pessoas com deficiência); c) Promover e apoiar acções sociais que elevem o nível da qualidade de vida física, moral e psicológica e d) Promover ações que visam a melhoria de Saúde e Segurança Alimentar e Nutricional das comunidades.

    A AENA – Associação Nacional de Extensão Rural é uma organização de âmbito nacional, sem fins lucrativos cujo mandato é de facilitar o desenvolvimento socioeconómico das comunidades rurais através do fortalecimento de capacidades, geração e partilha de conhecimento, e realização de campanhas de advocacia.

    Reporta a: COORDENANDOR DO PROJECTO.

    Resumo de descriçãodo posto: Responsável por assegurar a coordenação, supervisão e acompanhamento da implementação das actividades do projecto ao nível distrital, garantindo o cumprimento dos planos operacionais; a articulação com as autoridades locais e a qualidade da execução das actividades de transferências monetárias, Trabalhos Públicos e Apoio ao Desenvolvimento de Iniciativas Geradoras de Rendimento (ADIGIR).

    Base: Nampula (Larde, Liupo, Memba, Moma, Angoche, Mogincual, Erati, Mogovolas, Mussoril, Monapo, Nacala a Velha e Nacala a Porto ) e Cabo Delgado (Macomia, Quissanga, Chiure, Mecufi, Meluco e Metuge).

    Descrição das Tarefas:

    • Assegurar a implementação de todas as actividades planificadas ao nível distrital, de acordo com os planos aprovados;
    • Coordenar e manter articulação regular com as autoridades distritais, serviços técnicos do Estado e estruturas comunitárias locais;
    • Supervisionar as equipas de campo, garantindo o cumprimento dos procedimentos técnicos, operacionais e de salvaguardas sociais e ambientais;
    • Apoiar a planificação, organização e execução das actividades de registo e verificação de beneficiários;
    • Coordenar a implementação e acompanhamento das actividades de Trabalhos Públicos ao nível distrital;
    • Apoiar a planificação, execução e monitoria das actividades de Apoio ao Desenvolvimento de Iniciativas Geradoras de Rendimento (ADIGIR);
    • Assegurar a aplicação transversal das abordagens de género, protecção, inclusão e PSEA durante a implementação das actividades;
    • Elaborar relatórios periódicos de progresso das actividades distritais e submeter à coordenação do projecto.

    Requisitos:

    • a. Licenciatura em Desenvolvimento Comunitário, Ciências Sociais, Agronomia, Economia, Gestão de Projectos ou áreas afins;
    • b. Experiência profissional mínima de 2 anos em supervisão de projectos de desenvolvimento, humanitários ou de protecção social;
    • c. Experiência comprovada em coordenação de equipas de campo e trabalho com comunidades;
    • d. Conhecimento dos programas de transferências monetárias, Trabalhos Públicos e/ou meios de subsistência constitui uma vantagem;
    • e. Capacidade de liderança, organização, comunicação e resolução de problemas;
    • f. Fluência em Português; o domínio de línguas locais constitui uma vantagem;
    • g. Nacionalidade Moçambicana.
    • h. Pelo menos 2 referencias de trabalhos anteriores em posições similares.

    Exigências

    • Curriculum Vitae;
    • Carta de Motivação indicado a posição e Província a que se candidata
    • Certificado de habilitações literárias;

    Processo de Candidatura

    Os candidatos interessados e elegíveis deverão enviar as candidaturas até o dia 10 de Janeiro de 2026.

    • Encorajamos a candidatura de mulheres e pessoas com deficiência.
    • Apenas os candidatos pré-seleccionados serão contactados para uma entrevista.

    “A Associação protege e AENA tem tolerância zero a condutas como fraude, exploração e abuso sexual, assedio sexual, abuso de autoridade e discriminação. Não cobram quaisquer valores a candidatos a emprego, e distanciam-se deste tipo de prática”.